Meu nome é Emmanuele mais prefiro que me chamem de Manú, nasci em 02 de outubro de 1995. Uma adolescente estranhamente comum, levando uma vida pacata e sem emoções. xD


O Catastrófico

Seja bem vindo ao Catastrófico, um blog comum com nada de interessante, só a vida fútil e desastrosa de uma adolescente nada especial.

Criado em: 26/02/2009

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Desejos

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- Voltar a ter cabelo colorido
- Guarda-roupas novo
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- Toca guitarra decentemente
- Apremde a toca decentemente bateria
- Ter uma bateria
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- Fazer 18 anos
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- Coturno
- Carteira nova
- Maquina fotografica
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- Termina o ensino médio
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- Viajar com os amigos
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- Anda de skate
- Ter um skate
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27/02/2010 - às 16h29 | | Envie esta mensagem

Oi galera, tudo bem?

  Acho uma hipocrisia pergunta se está tudo bem, quem realmente se importa em saber se o outro está bem? Perguntamos por habito e se não estiver tudo bem? Já queremos saber o porquê, talvez não por preocupação, mas por curiosidade.  Esse pensamento foi racional e nada simpático, mas o ser humano é feito por razão e por frágeis sentimentos. Quantas dores seriam evitadas de não fosse os frágeis sentimentos? Quantas dores teríamos causado se fossemos só razão? São perguntas inúteis que é perca de tempo responder.

  Estava eu vivendo minha vida pacata como sempre, até que um dia uma bomba resolve explodir no insignificante rio da minha vida. Essa bomba são os belos e adoráveis pais, que nesse dia em um surto psicológico e cristão, pelo menos o que eles acham que é o certo a se fazer, resolvem dar um fim ao meu estilo de vida, resolvem conversar comigo. Essa conversa não tem um final muito feliz, meu pai disse que eu o estava matando e que me achava o próprio satã. Tudo isso por eu ser diferente deles, por usar preto, blusas de bandas, musicas com solos perfeitos de guitarra. Não gosto da palavra perfeição por não existir significado, não da para imaginar a perfeição por ela não existir, da à impressão de estar longe do homem, longe da capacidade da compreensão humana. Mas não consigo imaginar outra palavra, embora meus pais pensem que isso não me traz felicidade é a única coisa no mundo que me faz sentir que estou viva, meu único motivo de felicidade está ali. Nesta noite que meus pais me proibiram de fazer tudo que eu mais amava, que de alguma forma se tornou parte de mim, eu estava aceitando. Meu pai estourou em um ataque de fúria, quando eu disse o que eu realmente sentia e me deu um tapa, um tapa no rosto, um símbolo de humilhação, algo q não perdão. O que mais me doeu foi ver que minha mãe estava apoiando tudo aquilo e dizendo que essa é a vontade de Deus, mais quem somos nós para sabermos realmente a vontade de Deus? Ainda me lembro dos olhos do meu pai naquela noite, eram castanho escuro, severos com um toque de raiva. Eu estou aceitando tudo que foi imposto a mim, estou fingindo estar tudo bem, embora por dentro a magoa esteja me corroendo, me sinto mal por criar uma mentira para poder viver em paz, em paz com todos ao meu redor.  O mais angustiante é que depois de tudo isso eu não consigo olhar nos olhos do meu pai, quase não olho para seu rosto, talvez por medo de ver aquela expressão novamente, e aqueles olhos que tanto me feriram naquela noite.